“Meu filho era tão aberto. Agora mal conta como foi o dia.” Essa frase, ou uma variação bem parecida dela, chega no meu consultório quase toda semana. Geralmente vem de pais de crianças entre 7 e 10 anos — a idade exata em que a fala solta da infância começa a fechar, e um universo próprio, mais silencioso, toma o lugar.
Não é birra. Não é fase ruim. É a criança formando os próprios valores, escolhendo o que guardar e o que descartar do que vê em casa, na escola, na tela. E a pergunta que fica no ar, sem resposta fácil, é: quem está ajudando a moldar isso?
Porque alguém vai moldar. Se não for a família, será o algoritmo, o grupo de amigos, o primeiro adulto que prestar atenção. A casa tem uma janela curta pra entrar nessa formação de forma intencional — e é fácil deixá-la passar sem perceber, ocupado com a rotina, a correria, o cansaço legítimo de criar filhos.
Foi para essa janela que escrevi Atos que Ecoam, ao lado do Jorge Vieira. E hoje, dia 7 de setembro — data que o Brasil reserva pra celebrar a própria Independência — a edição impressa nacional finalmente chega, pronta pra sair da tela e entrar na casa de quem precisa dela.
O que você encontra dentro
O livro tem 28 capítulos, cada um ancorado num trecho do livro de Atos dos Apóstolos. Em cada um: uma base bíblica, uma reflexão sobre desenvolvimento emocional e caráter, orientações práticas pro cotidiano, e uma atividade pra fazer em família.
Não é leitura de um fôlego só. Um capítulo por semana já muda a conversa dentro de casa.
Escrito a quatro mãos
O Jorge é engenheiro, e pai como eu. Ele trouxe o olhar prático — como transformar reflexão em rotina de verdade. Eu trouxe o que vejo no consultório, como pediatra e pós-graduado em psiquiatria infantil. O resultado cruza saúde mental, fé e rotina num só caminho.
Como adquirir
A versão impressa (16×23cm, capa brochura com orelha, 167 páginas) já está disponível no Clube de Autores, por R$ 65,17, com envio para todo o Brasil.


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